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Famílias de baixa renda podem comprar alimentos por até a metade do preço em Armazém Solidário

Foi inaugurado no Mercado Municipal de São Miguel Paulista o primeiro Armazém Solidário da capital, um mercado que vende produtos com valores até 50% menores do que os praticados no comércio em geral a pessoas em situação de vulnerabilidade social cadastradas no CadÚnico. Essa unidade tem capacidade para atender até mil pessoas por dia.

Um quilo de batata sai por R$ 3,99 no armazém, enquanto no mercado comum custa em média R$ 12,99. Esse é um dos exemplos de quanto os produtos são mais em conta para a população que mais necessita.

“Nossa ideia aqui não é concorrer com os mercados, que geram emprego e renda, mas poder ofertar alimento mais barato para as pessoas mais vulneráveis, para quem está no CadÚnico”, disse o prefeito Ricardo Nunes ao inaugurar o mercado. O prefeito apontou outros produtos com preço muito menor no armazém na comparação com os mercados comuns – feijão: R$ 6,99 / R$ 9,39; café: R$ 9,80 / R$ 15,19; arroz Camil: R$ 21,90 / R$ 32.

A Prefeitura vai entregar mais sete unidades do Armazém Solidário para ampliar o atendimento a quem mais precisa, nos sacolões Cidade Tiradentes, São Miguel, Freguesia do Ó e no Mercado Municipal de Guaianases, na Zona Leste; e nos sacolões Jaraguá, City Jaraguá e Estrada do Sabão, na Zona Norte.

O Armazém Solidário é mais um programa da Prefeitura de São Paulo no combate à insegurança alimentar na cidade e incentiva hábitos mais saudáveis com a oferta de alimentos naturais, orgânicos e minimamente processados, a preço de custo e até mesmo subsidiado, caso o preço de custo supere o de produtos convencionais. Não há venda de ultraprocessados, refrigerantes e bebidas alcóolicas.

REDE DE SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL

Além do Armazém Solidário, a Prefeitura de São Paulo mantém os programas de Segurança Alimentar e Nutricional Rede Cozinha Escola, Rede Cozinha Cidadã, Cidade Solidária, Banco de Alimentos e as unidades do Bom Prato Paulistano.

Em junho de 2023, foi criada a Secretaria Executiva de Segurança Alimentar e Nutricional e de Abastecimento (Sesana), vinculada à SMDHC. Novos programas foram lançados e os que já haviam sido desenvolvidos em caráter emergencial em 2020, a partir da crise sanitária da pandemia da Covid-19, foram aperfeiçoados e incorporados em caráter permanente como parte da Política Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional.

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